A reflexão que faço do texto que analisamos em aula sobre a biologia do amor é que as crianças que têm falta de afetos (ou mesmo as que tem afetos) modificam as funções do cérebro. As más experiências emocionais deixam marcas que podem ser visíveis em maquinas de ressonância e se o trauma se repetir o cérebro altera-se ainda mais.
A adoção é vantajosa em qualquer idade, a criança adotada cresce fisicamente e a cognição melhora significativamente.
Um estudo feito com crianças adotadas revela que depois de encontrarem uma família todas apresentam melhorias a vários níveis.
A experiência influência o desempenho da criança e os maus- tratos podem ter repercussões biológicas.
A oxitocina é uma hormona que liga a relação de mãe e filho. É essencial na produção de leite e na contração do útero.
Sem esta hormona pode haver mesmo uma rejeição, e os níveis da oxitocina, o grau de felicidade e vinculações, podem-se alterar com as experiências de vida.
Com o estudo destes comportamentos e a biologia animal, tem ajudado a obter várias respostas para compreender os mecanismos, por exemplo, com os roedores, uma boa mãe rata esta sempre a lamber a cria, enquanto uma má mãe não se aproxima e depois de trocadas as mães ratas verificou que as filhas das más mães se tornam boas mães. Experiências como esta, diz o reitor do instituto superior de psicologia aplicada, permite concluir que "existem alterações neuro químicas por se ser exposto a uma boa ou má mãe".
Pode parecer até chocante, mas o prazer sentido na troca de afetos entre pais e filhos e o consumo de heroína ativam a mesma substância neuro-hormonal.
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